Eu…

Sexta-feira, feriado, 2 de abril de 2010. Havia parado de escrever como os amigos e leitores puderam ver. Felizmente no período em que fiquei sem compartilhar nada aqui no blog muitas coisas boas aconteceram e outras ruins também. As boas serviram de alento para tempos difíceis de muito desgaste emocional e psicológico e daquelas ruins algumas permanecem a me assombrar enquanto outras tantas já nem me lembro de terem em algum momento me afetado.

Muito se passou o ano virou e estou aqui postando  já segundo trimestre. Em geral meu apetite por ler e escrever não mudou em nada e ainda penso insistentemente no projeto do livro, o qual com esforços um tanto quanto sofridos, passei finalmente para o terceiro capítulo. Quanto a leitura terminei o enfadonho Mentes Perigosas, livro excelente, muito bem escrito e estruturado e bom. Seria pois muito melhor se não fosse o efeito que provocaste em meu convívio com as pessoas. Na verdade foi espantoso descobrir o quanto pessoas tidas como normais podem ter traços psicóticos tão fortes e conviver nos afetando, sem que nem ao menos percebamos.

Lição aprendida e traumas superados, aprendi a conviver com psicopatas e posso até dizer que estou testando minha imunidade a eles. Centralizadores, egoístas e por que não loucos! Essas máquinas de destruição do sentimento alheio estão mesmo a solta e vão pegar você mais cedo ou mais tarde. Como se proteger? Não há como!!! Não chorem, não tentem eximir-se de relacionamentos novos. Os vampiros modernos não tem dentes como aqueles de HQ’s e das séries de TV. Isso mesmo, os vampiros tem rostos normais e soam como normais. Os vampiros de hoje tem mesmo dentes, garras e todo tipo de artifício é na alma. Chegam conquistam, tornam-se próximos, demonstram afeto, mas no fim… Tudo termina exatamente como nos seriados e nos HQ’s. Os psicopatas acabam nos sugando. O alimento porém não será nosso sangue, mas sim nossa alma.

Aqui de alma salva, mas com sérias escoriações sigo com este blog, lido por poucos isso é quase certo, mas ocupando exatamente o papel mais importante que poderia ocupar no mundo digital ou não. Este pedacinho de bytes hospedado em algum servidor ou simplesmente na rede carrega as cicatrizes da minha alma e as boas lembranças de minha vida. Não tenho a pretensão de que este espaço torne-se nada demais. Desejo apenas que aqueles que passem por aqui possam ao contrário de muitos que conversam ou convivem comigo, ler e conhecer a alma e o ser que erra, que sente, que pensa, mas que acima de tudo existe! Ser reconhecido como vivo é ser conhecido não pelo que aparentamos ou fingimos ser, mas sim pelos traços morais e pelas marcas de nossa alma, então conhece-me, leia-me, pois este sou o verdadeiro Eu!

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