Estou lendo

Não paro de me surpreender com o quanto a tecnologia vem modificando a forma como vivo. Há algum tempo, não muito longo, algo em torno de 6 meses conheci via Twitter uma escritora de Porto Alegre que se mostrou muito capaz e simpática. Trocamos algumas mensagens e conversamos muito sobre literatura, livros e mais um monte de assuntos diversos.

Após ler alguns trechos de escritos da autora em seu blog, fui tomado de assalto pela qualidade dos escritos e passei então a me interessar pelos textos da escritora ainda mais. Pois bem, a compra do livro Sinuca Embaixo d’água veio daí, uma simples troca de mensagens, conversas despretensiosas e claro a altíssima qualidade dos escritos da autora. O nome dela: Carol Bensimon. Se por algum momento dentro de minha insignificância fosse chamado a apostar no futuro de algum novo escritor brasileiro certamente o nome de Carol Bensimon estaria no topo da lista, sem medo algum de errar.

A leitura começou há algum tempo e como aqueles que me seguem ou leem esse blog veio sendo dividida injustamente com outras leituras, muitas delas técnicas ligadas a minha profissão, mas nada que pudesse prejudicar o prazer de encontrar nas páginas de Carol Bensimon uma literatura suave, charmosamente fragmentada e surpreendente.

Hoje coincidentemente por problemas de ordem mecânica, meu automóvel foi afastado das ruas provisoriamente e voltei a tomar o bom e velho ônibus para vir a Ubá trabalhar. Foi então que a leitura do Sinuca deslanchou de vez. Hoje o trabalho será mais inquieto do que normalmente, pois a sede do livro me tomou por completo.

Finalizando hoje a noite conto mais sobre a evolução da leitura que pelo visto terminará lá pelas tantas das madrugada. Para os ansiosos, sugiro acessarem o site da escritora e se deliciar com os contos para download gratuitos. Segue o link: http://www.carolbensimon.com

Abaixo a sinopse escrito pela autora:

Sinuca embaixo d’água é uma história construída em torno de uma ausência. Sete personagens narram um momento de luto, depois que Antônia, uma garota na casa dos vinte anos, morreu num acidente de automóvel. Boa parte dos episódios transcorre no bar do Polaco. Às margens de um lago, os fundos do bar abrigam um salão de sinuca.

O local é frequentado por Camilo, irmão rebelde de Antônia, que tinha uma relação especial com a irmã: entre a adoração e o instinto protetor. Sua principal ocupação é montar e desmontar carros antigos.

O tímido e doce Bernardo era colega de faculdade de Antônia, com quem ela mantinha um romance platônico. É ele quem vai esboçar uma investigação sobre o acidente: estaria ela embriagada, transtornada por uma briga passional, fugindo, sendo seguida?

Bernardo e Camilo não são os únicos a se ocupar dessa ausência. Polaco, a jornalista Helena, o publicitário Gustavo, o vizinho Lucas e o forasteiro Santiago estão todos ligados, entre si e a Antônia, graças a esse acontecimento trágico, que instaura outro tempo, feito de memória, dificuldade de expressão e necessidade de um novo aprendizado.

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