Mês: dezembro 2010

Fazendo análise, desabafando e outras coisas a mais

Não resisto às tentações voltadas para duas áreas: o conhecimento e a tecnologia e por vezes essa minha fraqueza acaba me complicando. Não costumo reviver ou ficar me martirizando por ações, erros ou acertos do passado. Afinal passado é passado e quem mira no passado fica senão medíocre e convencido de si próprio, iludido ou preso ao estereótipo dele mesmo seja bom ou ruim.
Deixando o passado para traz vamos mirar então no futuro. Perdi a conta de quantas vezes parei para conversar com pessoas próximas sobre planos de futuro. Profissionais ou pessoais, sempre dei um jeito de pensar soluções e ações para obter mais do futuro. Pois eis que o futuro vem chegando e de mansinho tomando conta de meus dias e se apoderando de minhas energias, destruindo minhas ideias, levando pessoas queridas e deixando claro que vem ganhando com uma vantagem tremenda a batalha.
Já estou meio cansado eu admito. O tempo passou e muita coisa que planejei e pensei acabou por nem começar. Algumas muitas que iniciei não chegaram a lograr sucesso. Então mais uma vez aqui estou, diante da tela branca de meu editor de texto, sendo consumido por ideias, sendo vencido pelo tempo e engolido pelo futuro, implacável algoz de todos nós. Não penso em desistir da batalha, não imagino fracassar, mas por mais otimista que posso ser ao olhar para futuro ainda sinto certa insegurança.
Não faz muito tempo desde a última vez que fiz apostas ao estilo Mega Sena sonhando com a vida confortável que poderia ter e com todo tipo de realização material que seria possível concretizar. Pois que não sou hipócrita de dizer que todos esses sonhos materialistas são de todo ruins, porém meus anseios e meus embates com o tempo e o futuro não se contentam nem de longe, apenas com esse tipo de caminho a seguir.
De fato, hoje me aflige muito mais a dificuldade que tenho atualmente em dar prosseguimento ao meu desenvolvimento intelectual que qualquer ambição medíocre e material que possa vir a ter. Pode ser que a mudança de prioridade e a redução da importância de bens materiais estejam esmaecendo com a idade ou pode igualmente ser possível que eu esteja enlouquecendo, não sei ao certo.
O volume de informação está ficando cada vez maior. A carga de leitura e estudo necessário para ser um profissional mediano está cada dia mais difícil de ser alcançada. Nem me lembro de quantos livros comprei, livros estes que julgo imprescindíveis a minha formação como profissional ou como ser pensante e que ainda nem pude folhear. Perdi a conta de quantos artigos de jornal, artigos de revistas, textos soltos e todo tipo de fonte de informação possível que guardei e não li.
Venho tentando ser mais seletivo, mas confesso que não tenho tido sucesso nessa empreitada. Por vezes tudo me parece importante e essencial ou ainda relevante. Como selecionar um texto dentre uma centena de outros textos igualmente importantes? Como dar conta de consumir tanta informação e gravá-la na mente?
Se é verdade que usamos menos de um terço de nossa capacidade cerebral, o que falta então para que possamos passar a usar o restante? Será possível que esteja faltando combustível necessário? Se for falta de combustível, acredito que eu esteja funcionando na reserva. Qual seria o combustível então para potencializar o uso cerebral? Interesse? Dedicação? Tempo? Seletividade? Motivação? Não saberia dizer. Digo que venho tentando de tudo e por enquanto não descobri a combinação ideal para tirar os outros dois terços do meu cérebro da inércia.
O placar ainda continua a favor do futuro e do tempo. Não pretendo vencê-los, pois de fato acredito que se passasse por minha cabeça o menor questionamento em que acreditasse ser possível vencer o tempo e consequentemente o futuro, estaria eu quer louco de vez ou já de fato a caminho da eternidade e de planos espirituais. Em um ponto, porém saio na frente e levo muita vantagem nesse embate.
Já sei o resultado da batalha. Pelo menos em curto prazo. O tempo e o futuro ganham sem o menor problema e já me conformei com essa máxima. Minha preocupação é somente reduzir o placar da minha derrota. Perder sim, mas perder de pouco.
Finalizo o post agora, missão cumprida análise feita, mente mais calma, pois afinal pelo menos até amanhã, já estarei um pouco mais conformado e enquanto o amanhã não chega, vou driblando o tempo na tentativa de retardar o futuro para poder pelo menos ler e aprender mais um pouco.

Eu: nada em mim

Não estou no controle do dia

Não estou no controle de nada

Nada!

Acontece, surpreende e assusta

Toma-me de assalto!

Faço e participo de tudo, mas não estou em nada

Nada!

Tudo sei e nada posso, tudo sei e não sei de nada

Nada!

Aconteceu novamente

Fui tomado de assalto

Pega ladrão!

Levou mais de mim do que eu tinha para oferecer

Levou entusiasmo, vontade, motivações

Levou tudo e não sobrei nada

Nada!

Pega ladrão!

Quando foi que aconteceu? Não sei dizer.

Não sei descrever quem foi.

Não posso relacionar aquilo que fora levado.

Levou tudo, tudo fui levado.

Quem sobrei?

Sobrei nada, sobrei eu.

Eu… Um grande monte de nada.

O que aconteceu?

Tomaram-me de assalto!

Eu?

Quem sou eu?

Não sou o outro, não sou eu.

Tomaram-me de assalto, tudo levaram, nada sobrei.

Eu: um nada em mim.

Que comece o novo!

E chegou o fim! Chegou o fim do ano e com ele mais do mesmo? Mais do mesmo em tudo! Os finais de ano, natal e ano novo estão ficando monótonos. Todo novembro e dezembro é sempre a mesma coisa a mesma confusão.

No trabalho começam as festas de confraternização, dação de brindes, envio de mensagens desejando felicidades e sucesso expressando todo o espírito de natal e toda a crendice em torno do ano novo. Nada demais.  É verdade que por vezes tais eventos até podem ter contornos interessantes ou fecundarem bons frutos nas pessoas, mas a verdade, pelo menos na minha opinião, é que festas, brindes, cartões, mensagens dentre outras muitas formas criativas de festejar o natal e o ano novo nas empresas em pouco ou quase nada ajudam ou tornam-se marcos decisivos para alguma mudança na prática. Explico melhor daqui a pouco.

No campo pessoal, também não vejo grandes mudanças. A família peça importante na psique das pessoas exerce todo seu poder sobre nós nessa época. Os eventos, cuidadosamente organizados, com suas árvores, presentes, muito vermelho e verde na decoração, comidas típicas e todo tipo de pirotecnia, estão sempre presentes oferecendo a todos a oportunidade de conviver. Afinal hoje penso muito mais em conviver que em confraternizar, eu explico.

Confraternizar tem a ver com tolerância, tem a ver com ter opiniões sobre algo comum ou incomum. Enfim confraternizar expressa a presença de crenças e desejos comuns entre aqueles que confraternizam. Então confraternizar estaria sempre muito presente nos desejos de felicidade, sucesso, saúde e paz que desejamos a todos nessa época do ano. Até aqui nenhuma novidade. Mas então estaria eu desistindo de todos os louros da confraternização em favor da mais simples forma de relacionamento, ou do simples conviver?

Não estou querendo fazer mero jogo semântico contraponto confraternizar com conviver, não é isso. Penso que confraternizar seja um estágio do relacionamento mais avançado, possível sim, mas nada fácil de ser alcançado. Recorro a definição de convivência para explicar tal dificuldade. Conviver segundo dicionário significa “viver com o outro, ter intimidade”.

As festas acontecem no natal e ano novo, nos reunimos com todos, revemos amigos, familiares, desejamos tudo, choramos, sorrimos, brigamos, discutimos, ficamos felizes e tristes. Então passa! Passa tudo! Passa o natal, passa o ano novo e todos passam. Como confraternizar sem conviver? Como confraternizar sem viver com aquele a quem se deseja confraternizar? Como confraternizar sem ter intimidade?

No campo profissional, penso que confraternizar seja um estado de relacionamento igualmente complicado de ser atingido. Afinal como profissionais estamos presentes na vida das pessoas? Convivemos efetivamente com colegas de trabalho?

A intimidade profissional nem sempre é vista para o bem e nem sempre faz o bem. A ambição e postura antiética acabam por nos distanciar dos colegas de trabalho. Nesse contexto o fim de ano com suas festas e comemorações é emblemático. Distância e ausência do “viver com o outro”, tende a fazer de festas e comemorações empresariais, meros eventos vazios em essência, cumprindo nada mais que simples compromisso tedioso e por vezes indigesto em nosso calendário.

O que quero para 2011 é conviver, viver junto com as pessoas de que gosto e daquelas que não gosto também, viver junto com as pessoas com quem trabalho, seja em festas, visitas, viagens ou simplesmente em e-mails ou meras mensagens em SMS. O que desejo a todos é que convivam mais, tenham mais intimidade com aqueles de quem gostem. Participem da história das pessoas, se façam presentes, escrevam parágrafos nos livros de vida de cada um que é importante a você pessoal e profissionalmente. Conviva!!!!  Torne-se você parte do outro, seja diferente, faça a diferença,  seja mais que um simples presente barato de amigo oculto. SEJA PRESENTE!!!

Em 2011 espero ter a luz necessária para ser presente a todos os meus familiares, amigos e colegas de trabalho. E que em 2011 possa conviver mais, viver mais o outro, conhecer mais, tolerar mais, relevar mais, perdoar mais.

Que comece logo o ano novo! Que comece logo o novo!

Profissionais 1.0

Intrigas, fofocas, desabafos, desaforos, amores e ódios. Esses são apenas alguns dos sentimentos que envolvem também as relações profissionais. Por vezes somos colocados em situações e expostos a certos comportamentos e posturas das mais inusitadas possíveis e nem sempre agimos da melhor forma ou ainda na grande maioria das vezes agimos por impulso gerando situações e expondo certos traços de nossa personalidade que acabam por nos prejudicar.

Muitos profissionais nos dias atuais vêm reduzindo seus esforços a situações sem importância estratégica e dedicando grande parte de seu tempo produtivo a informar obviedades ou solicitar ações irrelevantes para o alcance dos objetivos da empresa. Na ânsia de mostrarem-se interessados e criativos acabam por tornarem-se um inconveniente e por vezes mais confundem e criam pontos de tensão, passando de bons profissionais a motivo principal de dores de cabeça de gerentes e diretores.

Constantemente profissionais proativos, seja por falta de orientação ou mesmo por confusão de papel em uma organização, desperdiçam seu tempo e suas energias com assuntos que naturalmente poderiam ser resolvidos imediatamente sem prejuízo algum para o sistema hierárquico das empresas. Pude constatar em muitos casos também a mais completa ausência de entendimento sobre o negócio ou a empresa o que provoca distorções e acaba por prejudicar o estabelecimento das prioridades no dia a dia de trabalho. Essa dificuldade em estabelecer aquilo que é ou não prioritário acaba por prejudicar e muito a imagem do profissional na interação com a equipe e com os demais setores da empresa.

Na medida em que assuntos de prioridade máxima acabam sendo relegados em segundo plano, negligenciando prioridades estratégicas, o colaborador acaba por ser visto e interpretado como uma espécie de alienado que não percebe a importância do momento pelo qual a empresa passa. Tomado pela alienação e vítima de situações em que não consegue agir de maneira prática e efetiva, o colaborador, deixa de agir para sanar assuntos de maior relevância no caminho traçado até o alcance da visão de negócio.

Taxado impiedosamente pelos partícipes da equipe e colocado cada vez mais à margem do processo decisório estratégico, o profissional passa a figurar então como mero executor de tarefas operacionais estando fadado à inercia profissional. Inercia que no longo prazo deixa de ser apenas um estado passando a principal determinante das limitações intelectuais na profissão e na busca por aprendizado.

Tecnologia, Yes We Can?

Tecnologia é algo estranho. Não sei como, não me lembro de nada, mas em algum lugar da minha história incorporei mais tecnologia ao meu dia a dia e hoje a verdade é quem a grande maioria dessas tecnologias tornou-se indispensável. Celular, e-mail, Twitter, facebook, HD externo, pendrive, mp3, smartfone e mais uma infinidade de softwares e sites dos mais diversos, agora chegaram para ficar.

Não tenho certeza se hoje com tanta ferramenta tecnológica se estou mais ou menos informado, mas estou certo de que acesso a tecnologia é muito maior hoje que ontem e ainda mais intensa que na semana passada. Se olharmos apenas para cinco anos atrás, pode parecer assustador. Quando penso em cinco anos no passado, parece que estive em outra era, idade da pedra, onde ainda não tinha, por exemplo, meus e-mails e internet no celular ou ainda pior nem tinha celular.

A utilidade de toda essa tecnologia é inegável! Lembro-me que quando mais jovem trocava cartas com amigos distantes e era sempre uma aflição danada esperar pelas respostas. Hoje continuo mantendo contato, com uma diferença básica, os diálogos são mantidos em tempo real e ainda com vídeo de meus amigos. A tecnologia nos dominou e nós agora vivemos como dominados e sempre a reboque das evoluções correndo para ficar desatualizado por mais tempo ou estudo que possamos gastar estudando e nos adaptando às inovações. O fato é que  permanecemos sempre com a impressão de que sabemos apenas uma ínfima fração daquilo que realmente necessitamos. Estudamos mais, lemos mais, nos informamos mais e no final o saldo e a impressão que permanece é de que sabemos cada vez menos.

Toda essa mudança e crescimento das ferramentas e da tecnologia deixaram o palco como meros coadjuvantes para então roubar a cena como protagonista principal do mundo moderno como conhecemos hoje. Não consigo mais imaginar entrar na internet e não ter um mecanismo de busca para usar. Sites como Google com suas ferramentas que vão desde o simples e-mail à visualização por satélite e serviços avançados de mapas, como o street view, domina nosso cotidiano impondo a cada dia mais e mais atenção e tempo.

Escrevi em outro post que a internet e ferramentas como redes sociais, blogs e outros estão aproximando mais as pessoas. Seguramente sabemos mais das pessoas conectadas que de outras ainda longe da rede. Sem dúvidas a internet e suas inovações promovem uma nova era nos relacionamentos. A pergunta chave aqui, porém não é somente o quanto a tecnologia tem a contribuir aos relacionamentos ao trabalho ou ainda à nossa vida pessoal, mas sim qual o limite que temos de absorção de tanta informação sobre tudo e todos. Enquanto fica fácil prever que o volume de conhecimento técnico, científico e sobre as pessoas aumenta a cada dia, difícil é prever onde isso tudo irá parar.

Não é crítica nem análise de obra musical

Noite de chuva, eu a sós, pensamentos ao vento e imaginação a mil por segundo. A noite parecia e teria tudo para ser entediante, mas não foi. Sentado no computador, ser digital e socialmente integrado a um monte de sites de relacionamentos esta eu estudando, produzindo ideias, trabalhando no futuro e pensando sobre tudo.

Dentre os infinitos downloads e sites uma certeza pairava sobre mim, ainda não achara uma trilha sonora para o momento que me inspirasse a escrever, sobre o que? Sobre qualquer coisa, sobre tudo, sobre nada, seja o que for na importava, precisava apenas de boa música adequada ao momento para que pudesse acalmar os neurônios e relaxar escrevendo um pouco.

Música aqui e ali e muita música boa tocava, mas nada adequado ao momento, nada que combinasse comigo, nada. É assim mesmo e se é difícil encontrar boa música hoje em dia, imagina o quão impossível possa parecer encontrar a música certa ao estado de espírito ou ainda à necessidade  de inspiração?

Sorte? Acaso? Destino? Chame do que quiser, o fato é que num rompante selecionei a música certa. A mente se abriu as ideias se alinharam novamente, o espírito foi se acalmando aos poucos e com ele a paciência para transcrever rápidos pensamentos em lenta escrita. A responsável pelo alento dessa noite foi a cantora Norah Jones. O CD? The fall lançado em 2009.

Interpretação sublime como sempre a cantora parece ter amadurecido ainda mais. Dizem por ai, ou melhor, dizem pela internet que amadurecimento decorre da idade e da experiência, mas sendo bem sincero esse tipo de fato pouco me importa no momento.

Em suma, o fato é que Norah Jones e seu CD The Fall, preencheram hoje muito bem o espaço e a necessidade de música. O resultado como todos podem perceber foram alguns posts, muita calma e a sensação de renovação para o dia seguinte. É isso!

Blogs, encontros, internet e mais

Não paro de me surpreender com boas iniciativas vindas dos relacionamentos pela internet, redes sociais, blogs, chats, e-mail dentre outras inúmeras formas de interação que participamos.

Quebrando todos os paradigmas modernos e as previsões de todos os gurus mais famosos da internet e também análises de psicólogos renomados a interação pela web cresce exponencialmente e mais importante, ao contrário de tudo que se pensou ela vem aproximando mais as pessoas e proporcionando ainda um PLUS nos relacionamentos onde se pensava pouco ou nada a ganhar com interações, conversas, e-mails, blogs ou redes sociais.

Pois digo que surpreendentemente movimentos que mesclam contatos iniciados ou mantidos mais intensamente pela web vêm aproximando pessoas. Não sou e nem me considero um expert no assunto, mas como bom observador permito-me comentar que relacionamentos nunca foram tão intensamente mantidos e mais ainda, nunca se permitiram se tão interessantes quando agora com a internet. Ter a possibilidade de compartilhar posts ou ler blogs de pessoas com as quais nos relacionamos nos permite conhecer lados inusitados e muitas vezes ocultos da personalidade dessas pessoas.

Essa semana tive a oportunidade de conhecer um exemplo a meu ver emblemático. Um conjunto de blogueiras aqui da cidade de Juiz de Fora – MG organizou o primeiro encontro presencial para conversar, papear e trocar experiências e claro, muitos posts no twitter, facebook, blogs e outra infinidade de interações e redes sociais. Quando li o post no Twitter, sobre o evento,  logo me veio a cabeça que esse tipo de iniciativa está intimamente ligado com o próprio surgimento da internet. Quem não se lembra dos tempos de BBS em que encontros eram agendados quase que semanalmente? Quem nunca atendeu a um chamado ou flash mob via web? Quem nunca pediu o msn de alguém sem nunca ter encontrado com essa pessoa?

A internet tem poderes intrigantes. No mesmo dia em que soube do primeiro encontro presencial das blogueiras de Juiz de Fora logo pensei: E por que não um encontro de todos os blogueiros? Isso mesmo a ordem é socializar e se alguém duvida que seja possível e natural socializar também pela internet, basta procurar pelo grupo de Blogueiras de Juiz de Fora para que a iniciativa dá certo e mais que isso: esse tipo de iniciativa é um sucesso!

Lendo os blogs que participaram do encontro é inevitável não se sentir como velho conhecido das blogueiras. Vasculhando posts e lendo bastante ao final da empreitada parece que não mais somos apenas internautas, mas sim velhos e bons amigos. O que lemos nos blogs ou aquilo que compartilhamos em redes sociais nos torna muito mais que simples amigos acabam por nos tornar cúmplices, confidentes ou simples ouvintes, por que não? Nada estranho nisso a meu ver, pelo contrário. Tudo isso está na essência da internet. Esteve no início em sua criação, está presente hoje e certamente estará presente no futuro.

Parabéns as blogueiras de Juiz de Fora – MG!