Apaixonante assim é a obra de Leonid Afremov

 

A arte às vezes nos confunde, nos choca, espanta, impressiona e não raro nos transforma das mis diversas formas. Não raro em alguns momentos sinto certa hipnose com algumas expressões artísticas e essa sensação ultimamente vem sendo mais recorrente quando tenho contato com pinturas e com música clássica.

Não é segredo para ninguém que lê e acompanha meus escritos aqui no blog que tenho uma relação muito próxima com a música clássica em especial e com a música em geral. Foram já vários posts a respeito do assunto onde pude expor algumas preferências e opiniões pessoais sobre compositores clássicos, vídeos e em alguns casos a relação da música clássica com desenhos animados, outra paixão que ainda cultivo.

Mas hoje o motivo deste post não foi o contato hipnótico com alguma música ou compositor clássico, hoje exponho aqui, algo que para mim fora uma verdadeira descoberta no campo da pintura como expressão artística.  A descoberta veio de maneira meio inusitada pela rede social Pinterst que, diga-se de passagem vem me conquistando a cada dia, pelo seu formato inteligente e pelos posts com muita qualidade que são veiculados nela, mas isso é assunto para outro post.

O nome do artista que me hipnotizou com sua obra é Leonid Afremov, pintor israelense de origem bielorussa. Conhecido ao redor do mundo por utilizar técnica de pintura bem inusitada em que faz uso de espátulas para compor seus quadros, o pintor utiliza em seus quadros cores vibrantes e alegres.

Coloco alguns quadros do pintor para que os leitores possam ter uma ideia da dimensão de sua obra e não vou ficar aqui descrevendo os quadros, pois como aqueles que me conhecem sabem muito bem, acredito que arte deva ser sentida e sendo assim o que importa são os efeitos que sofremos ao ter contato com expressões como a obra do pintor Leonid Afremov. Particularmente a mim causou um estado de hipnose, me levando a um distanciamento da realidade onde pude experimentar sensações magníficas, impossíveis de descrever detalhadamente aqui.

Então seguem as imagens para apreciação de todos! Aproveitem!

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7 comentários

  1. Pintar com espátula não é tao inusitado assim. Aprende-se em qualquer curso de pintura. O dificil é extrair tantos detalhes como visto nesses quadros.

    “não vou ficar aqui descrevendo os quadros, pois como aqueles que me conhecem sabem muito bem, acredito que arte deva ser sentida”

    Perfeito esse ponto de vista. Mas quando conseguimos explicar o por quê desse estado de alumbramento frente a uma obra é uma experiencia muito mais rica do que simplesmente dizer “eu gostei”.

    1. Perfeito o comentário, mas ainda sou daqueles que acreditam que por mais que haja a intenção em se descrever nunca se poderá encontrar formar de retratar em palavras o sentimento ainda mais quando sentido pelo outro.
      Valeu pelo comentário Luiz sempre bom encontrar vc por aqui e por falar nisso estou sentindo falta de seus posts, assinei o feed mas nao venho recebendo atualizações, vc está publicando ainda ou está parado? Mande notícias.
      Até breve

      1. Valeu. Eu continuo publicando no digressões com um ritmo instável. Mas eu vou tentar escrever alguma coisa sobre a teoria do homem cordial de Sergio B. de Holanda, tema que vem me chamando a atenção ultimamente. Mas, a rotina de preparação para a anpec e concurso da petrobrás tá me tomando todo meu tempo.

        Enfim, é bom ver um colega de profissão que tem um olhar para as artes, isso significa que o futuro da economia não sera a matemática pela matemática.

        Abraço.

      2. Fala Luiz

        É também muito bom ver um colega economista que também se interessa por arte. Faço minhas suas palavras e espero mesmo que a economia enquanto ciência continue a se reinventar não se limitando às abstrações e modelos econométricos e matemáticos, que mesmo sendo parte importante da ciência econômica, nem de longe constitui único caminho e muito menos o fim da linha em termos de ciências humanas aplicadas.
        Forte abraço e bons estudos para anpec eu também estou iniciando a jornada de estudos para a prova.

  2. Ainda não conhecia, é realmente um bom exemplo de Arte em tela. Fiquei apaixonado pela obra do Artista.
    Cores extravagantes, dá uma sensação muito agradável, o nível de contraste é soberbo e é cativante ao olhar, é característico o artista ter o desejo de transmitir alegria num quadro onde retrata um dia monótono de chuva.
    😀

    1. Sérgio acredito que você experimentou sensações muito próximas àquelas que me tocaram quando tive o primeiro contato com a obra do artista, fico feliz de que tenha gostado e claro agradeço imensamente o comentário.
      Forte abraço a você e até o próximo post, gajo.

  3. Bom não sei se aqui é o lugar mais adequado para postar notícias assombrosas como esta! Ahah mas como é relacionado com pintura… É de referir que o quadro de “Edvard Munch, “O Grito”, foi vendido na quarta-feira pelo preço recorde de 119,9 milhões de dólares (cerca de 91 milhões de euros), tornando-se na obra mais cara de sempre em leilão”.
    Mais um obra única nas mãos certamente de um milionário…OMG

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